CAPITAL 100: Os brasileiros mais influentes — Lista Geral 2026

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O Brasil chega a 2026 atravessando uma fase em que mudanças não acontecem em linha reta. Elas acontecem em múltiplas frentes, ao mesmo tempo. O país convive com pressões institucionais, disputas por narrativa, ciclos econômicos mais exigentes e uma sociedade cada vez mais conectada, onde reputação, confiança e resultado caminham juntos. A tecnologia acelera e reordena setores inteiros. A economia testa novos modelos de crescimento. A cultura e o digital deixam de ser acessórios e passam a ser infraestrutura de influência. A pauta de impacto social se torna critério de valor. E a presença global do Brasil volta a ganhar densidade por meio de talentos que atuam além das fronteiras.

Nesse cenário, influência não é apenas visibilidade. É capacidade de produzir consequência. É decidir, destravar, mobilizar, criar, construir, regular, curar, alimentar, desenhar, educar, orientar. Influência é o poder de colocar uma conversa de pé e, principalmente, de fazer essa conversa virar ação.

A CAPITAL 100 nasce para registrar quem está fazendo essa diferença agora. A seguir, a lista geral — em ordem editorial — com os 100 nomes que, em 2026, mais moldam agendas, mercados e narrativas no Brasil e a partir do Brasil.

Veja abaixo:

1) Luiz Inácio Lula da Silva — Presidente da República, Lula é o principal vetor de agenda do Brasil em 2026. Sua capacidade de articular coalizões, definir prioridades econômicas e manter o país em evidência internacional influencia diretamente o humor do mercado, o ritmo das políticas públicas e a temperatura institucional. Num período em que crescimento, inflação e emprego voltam ao centro da conversa, as decisões do Planalto reverberam em investimento e consumo. Sua influência também se mede pela força simbólica: ele ancora narrativas, polariza debates e organiza alianças. Do crédito à política externa, do social à infraestrutura, sua assinatura segue determinante.

2) Flávio Bolsonaro – Senador pelo Rio de Janeiro e um dos principais operadores do campo conservador no Congresso, Flávio Bolsonaro se consolidou como uma ponte direta entre a base bolsonarista, o Senado e a estratégia nacional da direita em 2026. Sua influência não se mede apenas por visibilidade pública, mas por articulação política, capacidade de unificar pautas e transformar pressão em agenda legislativa, tornando-se um dos rostos mais consistentes da oposição ao governo Lula. Em um cenário de polarização permanente e pré-campanha, ele atua como coordenador de narrativa, articulador institucional e figura central na sustentação do bolsonarismo dentro das regras do jogo.

3) Gabriel Galípolo — Presidente do Banco Central, Galípolo é uma das figuras mais decisivas do Brasil em 2026. Juros, crédito e expectativas de inflação determinam o ritmo de expansão das empresas e o consumo das famílias. Seu poder é o efeito cascata: política monetária mexe com investimento, investimento mexe com emprego e emprego mexe com humor social. Em um ciclo de calibragem e busca por crescimento sustentável, a leitura do BC vira referência para o mercado e para o governo. A influência de Galípolo aparece menos em discursos e mais nos números que reorganizam o país.

4) Magda Chambriard — Presidente da Petrobras, lidera uma das empresas mais estratégicas do país e um dos maiores termômetros do Brasil para o mundo. A Petrobras influencia cadeia industrial, energia, logística, preços e investimento, e por isso repercute em inflação, mercado e política. Em 2026, decisões sobre portfólio, transição energética, governança e execução do plano de negócios ganham peso no debate público. A influência da companhia é sistêmica: quando ela acelera ou freia, setores inteiros sentem. Magda personifica essa alavanca, equilibrando retorno, estratégia e pressão pública.

5) Fernando Haddad — Ministro da Fazenda, Haddad é uma das vozes centrais da política econômica. Seu papel é traduzir visão de governo em regras fiscais, sinalização de responsabilidade e pactos com Congresso e mercado. Em 2026, com expectativa sobre crescimento e sustentabilidade das contas públicas, sua influência está no desenho de medidas, no timing e na capacidade de reduzir ruído. Ele opera na fronteira entre técnica e política: o que propõe impacta juros, investimentos e confiança. Quando Haddad convence, o Brasil respira; quando trava, o país encarece.

6) André Esteves — Chairman e sócio sênior do BTG Pactual, é um dos nomes mais influentes na alocação de capital e na leitura do Brasil para investidores. Sua força vem de ecossistema: banco, crédito, investment banking, gestão e conexão com grandes empresários. Em 2026, onde o dinheiro vai e como o risco é precificado definem crescimento, M&As e inovação. Esteves influencia por acesso a decisões e por transformar visão macro em movimento de mercado. Num país em que confiança é ativo, ele é um dos operadores mais relevantes dessa confiança.

7) Roberto Sallouti — CEO do BTG Pactual, conduz uma das plataformas financeiras mais completas da América Latina. Sua influência está na execução: eficiência, crescimento disciplinado e capacidade de conectar capital a empresas em expansão. Em 2026, com competição intensa, a gestão do banco vira referência para o setor e para o mercado de capitais. Sallouti impacta crédito, estruturação financeira e a forma como negócios escalam. Ele traduz estratégia em performance, o que o torna peça-chave num Brasil que busca financiar crescimento sem perder governança.

8) Milton Maluhy Filho — CEO do Itaú Unibanco, dirige o maior banco privado do país em um período em que digitalização e experiência do cliente definem competitividade. O Itaú é termômetro do crédito e da confiança corporativa: o que decide sobre risco, expansão e inovação reverbera em milhares de empresas e milhões de consumidores. Em 2026, sua influência se traduz em eficiência, estratégia de dados, novos produtos e postura frente a ciclos de juros. É uma liderança que mistura finanças, tecnologia e reputação institucional.

9) Marcelo Noronha — CEO do Bradesco, lidera um banco de escala nacional e presença histórica em segmentos estratégicos. Sua influência está no reposicionamento: eficiência, foco em resultados e aceleração tecnológica em um ambiente de margens comprimidas. Em 2026, o Bradesco impacta crédito, investimento e o cotidiano de milhões de clientes. O plano de Noronha é observado porque sinaliza para onde vai o banking tradicional brasileiro. Quando um gigante muda, o setor inteiro ajusta rota.

10) Ariel Szarfsztejn — CEO global do Mercado Livre em 2026, Ariel comanda uma infraestrutura continental de e-commerce, logística e fintech. No Brasil, isso significa poder direto sobre consumo digital, entregas, pagamentos e crédito para pequenos negócios. A influência do Mercado Livre não é só de mercado: altera hábitos, define padrões operacionais e eleva a régua de experiência. Em um país onde plataforma virou ‘cidade’ e logística virou vantagem competitiva, sua estratégia mexe com varejo, indústria, tecnologia e trabalho. Ele está no centro do Brasil que compra, vende e paga pelo celular.

11) David Vélez — Fundador e CEO do Nubank, Vélez representa a ruptura que virou norma. O Nubank mudou a expectativa do brasileiro sobre banco, atendimento e custo e forçou o setor a se reinventar. Em 2026, sua influência continua porque o grupo opera escala, dados e marca com capacidade de ampliar inclusão financeira e competir em múltiplos produtos. Ele influencia por mercado, por linguagem e por cultura: o jeito Nubank de comunicar e construir produto virou referência. Onde o Nubank vai, o sistema financeiro reage.

12) Alexandre de Moraes — Vice-presidente do STF, Moraes permanece entre os nomes mais influentes das instituições brasileiras. Seu protagonismo em decisões de alta repercussão o coloca no centro das tensões entre liberdade, segurança, democracia e plataformas. Em 2026, com política e internet cada vez mais entrelaçadas, as fronteiras entre direito, poder e tecnologia ficam mais estreitas. Sua influência deriva da centralidade institucional e da capacidade de transformar temas complexos em decisões concretas que reordenam o debate público. É um ator que opera tanto no tribunal quanto no imaginário coletivo.

13) Paulo Gonet Branco — Procurador-Geral da República, lidera o Ministério Público Federal e ocupa posição-chave no sistema de controle institucional. A PGR influencia prioridades de atuação, pareceres e a forma como temas sensíveis chegam ao Supremo e ao debate público. Em 2026, com pressões por transparência e responsabilização, a cadeira do PGR tem peso direto sobre a temperatura institucional do país. Sua influência é silenciosa e estrutural: direciona foco, ritmo e alcance de processos que moldam confiança e reputação. Quando o MPF se move, a política sente.

14) Tarcísio de Freitas — Governador de São Paulo, comanda a maior economia estadual do país e, por isso, influencia investimento, infraestrutura, segurança e o próprio debate político nacional. Em 2026, São Paulo é vitrine de gestão e laboratório de concessões, obras e políticas públicas. A influência de Tarcísio se mede pelo peso econômico do estado e pela capacidade de atrair capital e projetos. Também se mede por narrativa: o que São Paulo faz costuma virar referência ou contraponto para o Brasil inteiro. É uma liderança que mistura gestão, ambição e projeção.

15) Rui Costa — Ministro da Casa Civil, é o coordenador do motor do governo: prioridades, entregas, execução e alinhamento entre ministérios. Em 2026, quando resultados e timing definem percepção pública, a Casa Civil vira centro de gravidade. Sua influência está em destravar projetos, ordenar a máquina e mediar conflitos internos. É o tipo de poder que raramente aparece na vitrine, mas determina o que o país vê como ‘realização’. Rui Costa opera com método e articulação — e isso, em Brasília, é força.

16) Sonia Guajajara — Ministra dos Povos Indígenas, Sonia é uma das principais lideranças da agenda socioambiental brasileira. Sua influência vai além do governo: atravessa sociedade civil, organismos internacionais, marcas e investidores. Em 2026, clima, biodiversidade e direitos territoriais são temas de reputação e de capital — e o Brasil é protagonista inevitável. Sonia pauta o debate, pressiona por integridade e dá rosto político à proteção de povos originários. É influência construída em coragem, narrativa e capacidade de mobilização.

17) Ana Toni — Secretária nacional de Mudança do Clima e diretora-executiva da COP30, Ana Toni opera uma das articulações mais sensíveis do Brasil no cenário global. Ela conecta governo, empresas e sociedade civil em torno de compromissos de transição e credibilidade internacional. Em 2026, com pressão por metas e financiamento climático, sua influência se mede por governança e coordenação. COP não é evento: é plataforma de poder. E Ana está no centro da engrenagem que define prioridades, pactos e reputação do país.

18) Fabrício Bloisi — CEO da Prosus, Bloisi é um brasileiro com poder real na engrenagem global de tecnologia e investimentos. Sua influência não se limita ao país: passa por decisões de portfólio, capital e estratégia em plataformas que impactam bilhões. Para o Brasil, é símbolo de exportação de liderança tech e ponte entre inovação latino-americana e capital internacional. Em 2026, com IA e plataformas redefinindo setores, um brasileiro no topo desse jogo vira termômetro de ambição e credibilidade. Ele representa o Brasil que decide o futuro fora de casa.

19) Michel Doukeris — CEO global da AB InBev, lidera a maior cervejaria do mundo e um dos ecossistemas mais poderosos de marketing e distribuição. Sua influência é aula de escala: cadeia global, operação complexa e capacidade de transformar marcas em cultura. No Brasil, onde consumo e entretenimento se cruzam, a AB InBev é vetor econômico e simbólico. Doukeris representa o Brasil executivo que opera o mundo, com impacto em investimentos, empregos e estratégia industrial. É influência corporativa com alcance cultural.

20) Ilan Goldfajn — Presidente do BID, Goldfajn ocupa uma das cadeiras mais estratégicas das Américas para financiamento e desenvolvimento. Infraestrutura, transição energética, inovação e políticas públicas passam por prioridades do Banco. Sua influência chega ao Brasil por programas, investimentos e articulação regional. Em 2026, quando crescimento sustentável exige capital e governança, um brasileiro liderando essa instituição amplia a presença do país na mesa onde se desenha o futuro econômico do continente. É um poder de longo prazo.

21) Rubens Menin — À frente da MRV&Co e com presença ampla em negócios, Menin é um empresário de influência transversal. Habitação, crédito, construção e consumo se encontram em suas operações e decisões. Em 2026, quando o ciclo imobiliário depende de juros e produtividade, sua leitura e sua execução importam para o setor inteiro. Menin influencia por escala e capacidade de mobilizar projetos e investimentos. Representa o poder do capital que constrói cidade — e impacta diretamente o cotidiano de milhões.

22) Gustavo Pimenta — Presidente da Vale, comanda uma das empresas mais relevantes do país para exportações, câmbio e estratégia industrial. A Vale influencia empregos, investimentos e cadeias globais ligadas a minério e transição energética. Em 2026, o mundo disputa matérias-primas críticas e logística eficiente; a empresa é peça central. A influência de Pimenta vem do peso econômico e da necessidade permanente de governança e reputação. Quando a Vale acerta, o Brasil ganha competitividade; quando erra, o país sente.

23) Anitta — Com presença internacional consolidada, Anitta é um dos maiores ativos culturais do Brasil. Ela influencia música, moda, comportamento e consumo, conectando audiência, marcas e narrativa global. Em 2026, cultura pop é indústria de atenção e negócios — e Anitta opera essa indústria com estratégia rara. Sua influência se mede em pauta, em linguagem e em capacidade de levar o Brasil para conversas globais com naturalidade. Ela é, ao mesmo tempo, artista e plataforma.

24) Vinícius Júnior — Vini Jr. é um dos brasileiros mais influentes no mundo do esporte e da cultura. A performance em campo se converte em reputação global, impacto em marcas e influência sobre juventude e identidade. Em 2026, ele é símbolo de excelência e também de debates que atravessam racismo, representatividade e poder cultural do futebol. Sua influência combina talento, visibilidade e capacidade de mobilizar conversas relevantes dentro e fora do Brasil. É influência que transborda o esporte.

25) Alex Atala — Chef e empresário, Atala é um embaixador cultural do Brasil: transformou ingredientes, território e técnica em narrativa global. Sua influência atravessa gastronomia, sustentabilidade, turismo, hotelaria e luxo. Em 2026, experiência é moeda — e comida é linguagem. Atala influencia padrões, inspira gerações e fortalece a percepção internacional de um Brasil criativo, biodiverso e contemporâneo. Ele move valor cultural e econômico com o mesmo gesto. É poder simbólico com impacto real.

26) Davi Alcolumbre — Presidente do Senado, controla agenda e articulação em votações decisivas e indicações. Sua influência é institucional: o que anda — e como anda — passa por sua capacidade de costurar acordos. A posição lhe dá poder de agenda e de mediação, determinando o que ganha prioridade e o que fica para depois. Em um ambiente de polarização e alta demanda por previsibilidade, sua atuação influencia confiança institucional e estabilidade. Entra na lista porque combina decisão formal com capacidade de articulação — e porque suas escolhas têm efeito imediato no país real.

27) Hugo Motta — Presidente da Câmara, define ritmo do plenário e prioridades legislativas. Em 2026, é um ‘porteiro’ do poder: projetos travam ou avançam conforme sua estratégia de pauta. A posição lhe dá poder de agenda e de mediação, determinando o que ganha prioridade e o que fica para depois. Em um ambiente de polarização e alta demanda por previsibilidade, sua atuação influencia confiança institucional e estabilidade. Entra na lista porque combina decisão formal com capacidade de articulação — e porque suas escolhas têm efeito imediato no país real.

28) Beto Simonetti — Presidente nacional da OAB, voz institucional da advocacia em garantias e prerrogativas. Influencia o debate público-jurídico e a relação entre instituições. A posição lhe dá poder de agenda e de mediação, determinando o que ganha prioridade e o que fica para depois. Em um ambiente de polarização e alta demanda por previsibilidade, sua atuação influencia confiança institucional e estabilidade. Entra na lista porque combina decisão formal com capacidade de articulação — e porque suas escolhas têm efeito imediato no país real.

29) Erika Hilton — Deputada federal, uma das vozes mais influentes em direitos e políticas sociais. Conecta atuação parlamentar com alta repercussão pública. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

30) Nikolas Ferreira — Deputado federal, polo de mobilização conservadora com enorme alcance digital. Influencia agenda e pressão política em tempo real. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

31) Simone Tebet — Ministra do Planejamento, influencia prioridades de investimento e organização orçamentária. Atua na tradução de estratégia em execução. Ao comandar uma pasta com impacto nacional, define prioridades, orçamento e execução, afetando milhões de pessoas. Em 2026, a influência está tanto na política pública quanto na capacidade de coordenar redes, estados e setor privado. Está na lista porque sua agenda se traduz em resultados, regulação e reputação — dentro e fora do governo.

32) Marcio França — Ministro de Portos e Aeroportos, peso na infraestrutura logística e concessões. Competitividade e investimento passam por seu setor. Ao comandar uma pasta com impacto nacional, define prioridades, orçamento e execução, afetando milhões de pessoas. Em 2026, a influência está tanto na política pública quanto na capacidade de coordenar redes, estados e setor privado. Está na lista porque sua agenda se traduz em resultados, regulação e reputação — dentro e fora do governo.

33) Alexandre Padilha — Ministro da Saúde, influência direta no SUS e prioridades nacionais. Financiamento e políticas de escala passam por sua gestão. Ao comandar uma pasta com impacto nacional, define prioridades, orçamento e execução, afetando milhões de pessoas. Em 2026, a influência está tanto na política pública quanto na capacidade de coordenar redes, estados e setor privado. Está na lista porque sua agenda se traduz em resultados, regulação e reputação — dentro e fora do governo.

34) Leandro Pinheiro Safatle — Anvisa, regulação de medicamentos, vacinas e produtos de saúde. Impacta acesso, indústria e confiança do consumidor. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

35) Dra. Tatiana Coelho Lobo de Sampaio – Pesquisadora da UFRJ, a Dra. Tatiana desenvolveu a polilaminina, material que atua como um “andaime” biológico regenerativo. Sua descoberta abre caminhos inéditos para a reparação de tecidos e a reconexão neural em lesões medulares completas. Ao unir ciência de base e inovação em saúde, ela reposiciona o debate sobre a recuperação de funções e circuitos nervosos. Sua influência transforma pesquisas laboratoriais em pauta nacional, mobilizando instituições e novos investimentos no Brasil. O trabalho se destaca pelo rigor científico e pela evolução responsável das evidências em investigações clínicas. Figura na CAPITAL 100 por expandir o horizonte do possível na ciência, com DNA e excelência brasileira.

36) Mario Moreira — Fiocruz, pesquisa e inovação em saúde pública. Influência estrutural em soberania sanitária e apoio ao SUS. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

37) Esper Kallás — Instituto Butantan, vacinas e imunobiológicos. Influencia capacidade produtiva e inovação em saúde pública. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

38) Paulo Moll — Rede D’Or, maior ecossistema hospitalar privado. Influencia consolidação e tecnologia clínica em escala. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

39) Filipe Trindade — Especialista em relações internacionais, Filipe Trindade é referência em networking estratégico e na construção de pontes de negócios.

Foi peça central na aproximação do mercado brasileiro com o Oriente Médio, articulando a visita de uma delegação da Arábia Saudita ao Brasil em agenda paralela ao G20 e abrindo conversas com Embraer e Mercado Livre.

É embaixador do Saudi Bridge no Brasil, jurado do reality Meet the Drapers (Sony) e CEO do Know How Experience, reforçando por que entra na CAPITAL 100: influência que vira resultado.

40) Manzar Feres – Executiva da Globo na área de negócios e publicidade, Manzar é uma das figuras mais influentes da mídia brasileira por conectar conteúdo, marcas, dados e estratégia comercial em escala nacional.

Ela opera onde a influência vira consequência: define caminhos de monetização, impulsiona a transformação digital do ecossistema Globo e ajuda a ditar padrões do mercado publicitário no país.

Seu peso também vem da capacidade de transformar produtos culturais em fenômenos multiplataforma que movem atenção, conversa e investimento de marcas.

Está na lista porque influencia o que o Brasil assiste, como as marcas aparecem e como a indústria se reorganiza entre TV, streaming e digital.

41) 41) Andressa Martins

CEO do Festival Mundial de Publicidade de Gramado, Andressa Martins virou um dos nomes mais influentes da indústria criativa por internacionalizar o festival e projetar a publicidade brasileira para o mundo.

Sua liderança se destaca por colocar temas como diversidade, inteligência artificial, propósito e cultura de agência no centro da conversa, renovando o ecossistema e ampliando sua relevância global.

Entra na CAPITAL 100 por transformar um evento em plataforma de poder: conexão entre talentos, marcas e tendências, com impacto direto na reputação internacional da criatividade brasileira.

42) Dennis Herszkowicz — CEO da TOTVS, impacta produtividade do Brasil corporativo. Software, cloud e IA aplicada viram infraestrutura competitiva. Sua influência aparece na escala: decisões de investimento, tecnologia e estratégia reverberam em cadeias inteiras. Em um ciclo em que eficiência, dados e experiência do cliente definem competitividade, sua condução dita padrões do setor. Está na lista porque movimenta capital, emprego e comportamento — e porque o mercado reage às suas escolhas.

43) Diego Barreto — CEO do iFood, plataforma que virou infraestrutura urbana. Influencia logística, economia de apps e hábitos de consumo. Sua influência aparece na escala: decisões de investimento, tecnologia e estratégia reverberam em cadeias inteiras. Em um ciclo em que eficiência, dados e experiência do cliente definem competitividade, sua condução dita padrões do setor. Está na lista porque movimenta capital, emprego e comportamento — e porque o mercado reage às suas escolhas.

44) Leo Dias – Jornalista e um dos maiores nomes do entretenimento no Brasil, Léo Dias é influência porque pauta conversa nacional com velocidade e alcance raros. Suas apurações e exclusivas movimentam a indústria, afetam reputações e definem o ciclo de notícias de celebridades, TV e música, muitas vezes antes do restante do mercado reagir. Ele também representa a transformação do jornalismo de celebridades em potência multiplataforma, onde audiência, impacto cultural e negócio caminham juntos. Entra na CAPITAL 100 porque, no Brasil, entretenimento é economia e narrativa, e poucos têm a capacidade de ditar essa agenda com tanta consistência.

45) Milena Leal — Google Cloud Brasil, influência em dados, segurança e IA. Cloud virou base de competitividade em 2026. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

46) Conrado Leister — Meta no Brasil, eixo WhatsApp–Instagram como infraestrutura de comunicação e comércio. Impacta publicidade e creators. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

47) Fátima Pissarra é uma das executivas mais influentes da creator economy no Brasil por estar no centro da engrenagem que transforma audiência em negócio. Cofundadora e CEO da Mynd, ela lidera uma das maiores agências de influência e entretenimento do país, responsável por gerir carreiras, reputação e estratégia digital de um casting que reúne alguns dos nomes mais relevantes da música, TV e internet. Além da Mynd, também atua como CEO/Publisher da Billboard Brasil, reforçando seu papel como ponte entre música, entretenimento e negócios. Entra na CAPITAL 100 porque sua influência não depende de palco: ela opera nos bastidores que decidem quem escala, como escala e como a atenção se converte em valor real.

48) Alberto Kuba — CEO da WEG, referência de execução industrial. Influencia eletrificação, automação e eficiência energética. Sua influência aparece na escala: decisões de investimento, tecnologia e estratégia reverberam em cadeias inteiras. Em um ciclo em que eficiência, dados e experiência do cliente definem competitividade, sua condução dita padrões do setor. Está na lista porque movimenta capital, emprego e comportamento — e porque o mercado reage às suas escolhas.

49) Francisco Gomes Neto — Embraer, tecnologia industrial de alta complexidade. Influencia exportação, inovação e cadeia aeroespacial. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

50) Luana Lopes Lara

A brasileira Luana Lopes Lara, co-fundadora e executiva da plataforma americana de mercados de previsão Kalshi, entrou para a história ao se tornar, aos 29 anos (em dezembro de 2025), a bilionária self-made mais jovem do mundo

O marco veio após uma rodada que elevou a Kalshi a um valuation de cerca de US$ 11 bilhões, projetando seu patrimônio estimado em torno de US$ 1,3 bilhão

A Kalshi transformou “prever o futuro” em produto financeiro, permitindo que usuários negociem resultados de eventos do mundo real e criando um novo território entre tecnologia, finanças e comportamento. 

Sua influência se mede por impacto estrutural: ela ajudou a colocar os mercados de previsão no centro das conversas sobre informação, risco e tomada de decisão, além de atrair capital e parcerias estratégicas para escalar o modelo. 

Entra na CAPITAL 100 por representar o Brasil que exporta liderança e cria categoria global, provando que influência pode vir de engenharia, produto e execução, não apenas de palco ou popularidade. 

51) Raphael Horn — Cyrela, alto padrão e estratégia de lançamentos. Influencia percepção do premium em grandes capitais. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

52) Silvio Zarzur — EZTEC, produtividade e mão de obra na construção. Influencia debate de custo, prazo e qualidade. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

53) Ricardo Gontijo — Direcional, execução e escala no residencial. Influência em eficiência operacional. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

54) Rodrigo Osmo — Tenda, habitação e industrialização. Influencia modelos de produção em escala. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

55)Lázaro Ramos é um dos nomes mais influentes do Brasil por combinar excelência artística, visão de indústria e impacto cultural de longo prazo. Ator, diretor e produtor, ele ajudou a ampliar repertórios e abrir espaço para narrativas mais diversas no audiovisual, influenciando o que o país assiste e como o Brasil se enxerga. Sua força também está na capacidade de comunicar com profundidade e afeto, mobilizando públicos diferentes sem perder consistência. Lázaro entra na CAPITAL 100 porque construiu relevância duradoura: uma influência que forma imaginário, cria oportunidades e deixa legado.

56) Roberto Perroni — Brookfield, capital global em real estate. Influencia teses institucionais e portfólios de ativos. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

57) Luis Fernando Garzi Ortiz — Gafisa, reposicionamento no luxo. Influencia o radar do mercado premium. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

58) Fábio Cury — Cury, transição observada pelo setor. Influencia habitação e governança corporativa. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

59) Bruno Ackermann — Logística no real estate, galpões e cadeias de suprimento. Influencia classe de ativo estratégica. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

60) Oskar Metsavaht — Osklen, moda e sustentabilidade. Influencia linguagem e posicionamento de marca. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

61) Kátia Barros — Farm Rio, branding com projeção internacional. Influencia o ‘jeito Brasil’ na moda. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

62) 62) Rodrigo Dourado é Diretor de gênero Reality da TV Globo e responsável pelo Big Brother Brasil, Rodrigo Dourado é um dos nomes mais influentes da indústria de entretenimento no país por conduzir um formato que virou fenômeno cultural nacional. O BBB deixou de ser apenas um programa de TV e se tornou uma plataforma que dita conversa pública, comportamento, consumo, publicidade e até linguagem, semana após semana. Sua influência está nos bastidores: escolha de dinâmica, ritmo narrativo, construção de personagens e capacidade de transformar audiência em relevância multiplataforma. Em um Brasil onde atenção é poder, Dourado opera uma das maiores máquinas de atenção do país. Entra na CAPITAL 100porque influencia o que o Brasil discute, como o Brasil se entretém e como marcas investem na cultura popular.

63) Alexandre Birman — Azzas 2154, escala e varejo de moda. Influencia tendência, distribuição e consumo. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

64) Camila Coutinho – Coutinho se consolidou como uma das figuras mais sólidas da influência nacional por fazer o mais difícil: atravessar eras sem perder relevância, credibilidade e identidade. Ela não dependeu de um “pico de fama” para existir; construiu uma trajetória de longo prazo baseada em consistência, curadoria e confiança, tornando-se uma referência quando o assunto é beleza, comportamento e marca pessoal. Como CEO da GE Beauty, Camila traduz essa maturidade em negócio: a marca não nasceu de um hype, mas de anos de construção cuidadosa, com expansão gradual e posicionamento claro. Entra na CAPITAL 100 porque influencia não pelo barulho, mas pelo lastro.

65) Luciano Huck é um dos nomes mais influentes do Brasil por combinar alcance de massa com capacidade de mobilizar pessoas, marcas e agendas em escala nacional. Na televisão, ocupa um espaço raro: fala com diferentes classes sociais ao mesmo tempo, transformando histórias individuais em narrativas coletivas que moldam comportamento, consumo e conversa pública. Sua influência também é empresarial e institucional, conectando inovação, impacto social e construção de reputação com consistência. Entra na CAPITAL 100 porque entende como poucos a lógica do Brasil real: o que comove, o que engaja e o que vira movimento. Em um país onde atenção é poder, ele é uma das engrenagens mais estáveis desse poder.

66) Wagner Moura — Wagner Moura é um dos artistas brasileiros mais influentes por ter transformado talento em presença internacional consistente, levando o Brasil para o centro do audiovisual global. Sua força não é apenas de popularidade, mas de credibilidade: ele transita entre cinema, séries e teatro com escolhas que definem repertório e elevam o padrão de narrativa e atuação. Ao circular com naturalidade entre o mercado brasileiro e produções internacionais, ele amplia portas para profissionais e histórias do país, fortalecendo a imagem do Brasil como potência criativa. Moura também influencia por posicionamento e coragem artística, assumindo projetos com densidade e relevância cultural. Entra na CAPITAL 100porque sua carreira virou referência de excelência e exportação de cultura brasileira com impacto real.

67) Taís Araújo é uma das figuras mais influentes do Brasil por unir excelência artística e força cultural, atravessando televisão, cinema e projetos de impacto com consistência. Sua presença ajudou a redefinir padrões de representatividade no audiovisual, abrindo caminho e elevando a régua para narrativas mais diversas no país. Além do palco, ela influencia por postura pública e capacidade de mobilizar conversas sobre identidade, carreira e sociedade sem depender de ruído. Taís entra na CAPITAL 100 porque construiu relevância duradoura: uma influência que se mede em legado, referência e transformação real.

68) Djamila Ribeiro é uma das vozes mais influentes do Brasil por transformar pensamento em impacto público, conectando filosofia, educação e debate social com linguagem acessível e rigor. Sua influência se mede pela capacidade de pautar conversas nacionais sobre desigualdade, direitos e representatividade, atravessando academia, mídia e mercado editorial. Ela também é referência por construir repertório e formar consciência, ajudando a elevar o nível do debate e a criar novas gerações de leitores e lideranças. Djamila entra na CAPITAL 100 porque influencia não pelo barulho, mas pela força das ideias e pela mudança concreta de agenda cultural e institucional.

69) Neymar Jr. — Ativo de atenção global. Influencia esporte, entretenimento e consumo, dentro e fora do campo. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

70) Virgínia Fonseca — Creator com alta conversão. Influencia varejo digital e formatos de venda. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

71) Bruna Marquezine

Bruna Marquezine é uma das figuras mais influentes do Brasil por unir relevância cultural, alcance global e construção de imagem com consistência rara. Ela atravessou a TV, o cinema e o streaming mantendo status de referência de estilo e comportamento, com impacto direto em moda, beleza e no imaginário de uma geração. Sua influência também se mede pela projeção internacional e pela capacidade de transformar presença em marca, sem depender de exposição constante ou polêmica. Bruna entra na CAPITAL 100 porque representa o Brasil contemporâneo que exporta cultura e sofisticação, criando desejo, conversa e reputação em escala.

72) Juliette — Comunidade e narrativa multiplataforma. Influencia consumo e reputação. Sua influência aparece na escala: decisões de investimento, tecnologia e estratégia reverberam em cadeias inteiras. Em um ciclo em que eficiência, dados e experiência do cliente definem competitividade, sua condução dita padrões do setor. Está na lista porque movimenta capital, emprego e comportamento — e porque o mercado reage às suas escolhas.

73) GKay — Creator-empreendedora, eventos e publicidade. Influencia comportamento e entretenimento. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

74) Camilla de Lucas — Creator de identificação e consistência. Influencia linguagem e marca pessoal. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

75) Felca é um dos criadores mais influentes da nova internet brasileira por dominar humor, timing e linguagem de comunidade com altíssima identificação, especialmente com a Geração Z. Sua força não está só em views, mas na capacidade de transformar memes e observações do cotidiano em conversa nacional, ditando referências que rapidamente viram cultura. Ele influencia comportamento e consumo porque entrega autenticidade e constância, construindo uma audiência que se comporta como “tribo”, não apenas como público. Entra na CAPITAL 100 por ser um termômetro do que mobiliza a internet brasileira hoje e por mover atenção, narrativa e mercado com a mesma facilidade.

76) Júnior Rostirola — Conteúdo de comunidade e recorrência. Influencia consumo de áudio e hábitos. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

77) Rogério Vilela — Podcast como arena de influência. Impacta circulação de temas no debate público. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

78) Alene de Godoy — Influência de nicho com identidade e relevância temática. Mostra a força da nova creator economy. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

79) Ivan Ralston — Tuju, técnica e sazonalidade. Influencia o fine dining e a cena paulistana. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

80) Jefferson Rueda — A Casa do Porco, excelência popular sofisticada. Influencia linguagem e tendência na cozinha brasileira. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

81) Alberto Landgraf — Oteque, precisão e mar. Influencia o fine dining no Rio e a projeção continental do Brasil. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

82) Luiz Filipe Souza — Evvai, consistência e repertório. Influencia padrões de técnica e serviço na alta gastronomia. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

83) Tássia Magalhães — Nelita, força do novo momento paulistano. Influencia liderança feminina e cultura de restaurante autoral. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

84) Helena Rizzo — Maní, cozinha autoral com reconhecimento. Influencia formação de público e profissionais. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

85) Rodrigo Oliveira — Mocotó, tradição e origem em escala. Influencia ingredientes, técnica e narrativa do Brasil profundo. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

86) Renata Vanzetto — Chef-empreendedora, cria formatos e experiências. Influencia cena urbana e comportamento de consumo. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

87) Rogério Fasano — Fasano, padrão de hotelaria e gastronomia de luxo. Influencia serviço, experiência e expansão do setor. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

88) Guilherme Leal — Negócios de impacto e filantropia estratégica. Influencia redes e financiamento socioambiental. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

89) Edu Lyra — Gerando Falcões, liderança social orientada a metas. Mobiliza territórios e debate sobre pobreza. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

90) Celso Athayde — CUFA/Favela Holding, cultura e inclusão. Influencia empreendedorismo e agenda periférica. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

91) Viviane Senna — Instituto Ayrton Senna, referência em educação. Influencia políticas e inovação educacional. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

92) Ilona Szabó — Instituto Igarapé, evidências e soluções. Influência em segurança pública e espaço cívico. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

93) Pedro Pimenta – Pedro Pimenta entra na CAPITAL 100 por representar um tipo de influência que nasce da vida real: a capacidade de transformar superação pessoal em impacto coletivo.

Ao lançar uma clínica de reabilitação, ele desloca a narrativa do “exemplo inspirador” para a entrega concreta, criando estrutura para que outras pessoas retomem autonomia e qualidade de vida.

Ele influencia ao conectar propósito e execução, mostrando que experiência, quando vira serviço, vira legado.

Entra na lista porque construiu confiança e autoridade a partir de trajetória e resultado, não de fama.

94) Denis Mizne — Fundação Lemann, educação e liderança. Articula redes e programas estruturantes. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

95) Valdecy Urquiza — Interpol, liderança brasileira em cooperação policial global. Influência internacional com efeito em segurança e inteligência. A influência aqui se mede por capacidade de mobilização e por efeitos indiretos em decisões de mercado, políticas e cultura. Em 2026, quem move redes e padrões de confiança influencia também investimentos, reputações e o ritmo das conversas nacionais. Está na lista porque sua atuação virou referência e porque suas escolhas produzem consequência.

96) Dan Ioschpe — Climate Champion da COP30, ponte com setor privado global. Influencia coalizões e compromissos de transição. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

97) Alok — Música eletrônica e presença global. Influencia economia criativa, patrocínios e público. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

98) Rebeca Andrade — Ícone da ginástica, inspiração global. Influencia esporte, representatividade e cultura. No Brasil de 2026, atenção é um ativo econômico e reputacional, e quem concentra audiência muda decisões de consumo e cultura. Sua força está em comunidade: engajamento, linguagem e capacidade de transformar presença em negócios, pauta e impacto social. Entra na lista porque influencia comportamento em escala e ajuda a definir o que o país discute, compra e celebra.

99) Douglas Tavolaro: Jornalista com mais de 27 anos de trajetória e fundador de grandes operações de notícia no Brasil, Douglas Tavolaro entra na CAPITAL 100 por ter moldado, na prática, o jornalismo de negócios no país. Em 2024, ele fundou o Times Brasil, licenciado exclusivo CNBC no Brasil, criando um modelo inédito de cobertura econômica com produção brasileira e mais de 60 horas semanais de jornalismo ao vivo em TV e digital. Em apenas um ano no ar, o projeto alcançou 42 milhões de telespectadores e gerou 340 milhões de impactos, além de 5.400 horas de jornalismo ao vivo, 1.300 entrevistas e dezenas de parcerias comerciais e de distribuição. Tavolaro também idealizou e fundou a CNN Brasil em 2020 e liderou por 17 anos o jornalismo da Record, mostrando uma capacidade rara de construir redações, formatos e audiência com escala e consistência. Ele está na lista porque influência, no Brasil, também é definir agenda econômica, dar voz a CEOs e autoridades e transformar informação em infraestrutura de decisão.100) Maju Coutinho é Jornalista e apresentadora, Maju Coutinho é uma das vozes mais influentes do país por ocupar, com consistência e credibilidade, um lugar central na formação da opinião pública. Sua influência não se mede só por audiência, mas por confiança: ela traduz temas complexos, dá contexto e ajuda a organizar a conversa nacional em um Brasil saturado de ruído. Maju representa também um marco de representatividade, abrindo caminho e elevando o padrão de presença negra em posições de destaque no jornalismo de TV. Entra na CAPITAL 100 porque influência é isso: estar no ponto onde informação vira decisão, onde narrativa vira cultura e onde credibilidade vira referência. Como #100, ela fecha a lista com símbolo e substância.